Resenha: Paletas Disney Villains, da Vult

Quem me acompanha nas redes sociais sabe que eu dei ~aloka~ essa semana quando descobri que a Vult fez a MAC lançou uma linha de maquiagem das vilãs da Disney. Sim, tô atrasada alguns meses. Mas sério, foi amor à primeira vista e eu sai revirando a internet igual louca atrás dessas belezinhas. Pra quem tiver interesse, eu encontrei na Perfumaria Inova (não, não tô ganhando pra falar deles) e chegou super rapidinho aqui em casa – com direito a chocolate e pirulito de brinde me conquistaram pelo estômago rs.

DSC 0443 Resenha: Paletas Disney Villains, da Vult

Evil Queen, Cruella de Vil e Malévola

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XO-NA-DA nesse verde água/azul turquesa

DSC 0444 Resenha: Paletas Disney Villains, da Vult

De longe a mais versátil

DSC 0445 Resenha: Paletas Disney Villains, da Vult

Atenção para esse dourado maravilhoso!

Tirei todas as fotos sem flash e não editei pra vocês terem uma boa noção das cores! Considerando que eu nunca tinha comprado nenhuma maquiagem da Vult antes, eu fiquei muito surpresa com a qualidade das sombras. Claro, a Vult ainda não é uma Urban Decay na vida mas é MUITO BOA. As sombras fixam super bem até mesmo sem o primer e possuem uma boa pigmentação. Particularmente, eu to apaixonada na paleta da Cruella por causa das cores mais ~exóticas~, mas se eu tivesse que recomendar alguma pra quem quer uma paleta boa e versátil para looks mais clássicos, seria a da Evil Queen.

swatches Resenha: Paletas Disney Villains, da Vult

Tá feio, tá borrado, tá torto e tá desfocado: DESCULPA GALERE, É O MEU JEITINHO

No geral, eu gostei bastante das cores e até notei algumas semelhanças com sombras de outras marcas. Por exemplo, o marrom da paleta da Cruella me lembrou muito a sombra Cinnabar da Mary Kay e o dourado da paleta da Malévola me lembrou a Half Baked, da paleta Naked e Naked 2 – entre outras.
Minha única ressalva são as embalagens de papelão. Com o uso elas vão se deteriorar rápido e eu já tô morrendo de dó de usar por causa disso. Poxa, Vult, papelão não! Inclusive, a minha da Malévola veio com um defeitinho já. Mas é aquilo né, eles tentaram manter um preço acessível e pecaram um pouco na qualidade da embalagem. Só na qualidade mesmo, porque o design tá uma graça! E ah, bem que eles poderiam ter nomeado as cores das sombras – ficaria bem mais legal e fácil de usar. Fica a dica pro próximo lançamento!

Amanhã mesmo já vou testar algum make ~bapho~ e tento mostrar pra vocês lá no instagram. Qual das três vocês curtiram mais? Vocês querem comprar ou já compraram alguma delas? Me contem ali nos comentários que eu vou adorar saber! Bisous et à bientôt.

3 comédias românticas para entrar no clima natalino!

climanatalino 3 comédias românticas para entrar no clima natalino!Semana passada me deu uma baita vontade de assistir filmes natalinos, eu acabei encontrando um que eu não havia assistido antes e foi amor total. Fiquei com esse filme na cabeça e resolvi bolar esse post pra compartilhar essa belezinha junto com outras comédias românticas que se passam nessa ~vibe~ natalina. Se vocês curtirem a ideia, posso fazer listinhas de filmes de outros gêneros durante o mês de dezembro. Aliás, tô inspirada esse ano: vou usurpar a ideia do vlogmas de alguns youtubers e fazer um blogmas aqui no AML. Sim, vou postar todos os dias até o natal e esse ano não vou desistir no meio! Agora chega de enrolar e vamos a lista:

1. Love Actually (Simplesmente Amor)

Vou falar pra vocês que eu não sou muito chegada nesse filme não, talvez seja pela quantidade de vezes que já assisti. Mas quando tá passando, eu assisto – não nego. O foco da história são os diferentes aspectos do amor mostrados através de dez histórias diferentes, todas interligadas. Separei uma das cenas mais melosas lindinhas do filme pra vocês. Caso você NUNCA tenha assistido (acho difícil, mas ok) vale super a pena – e tem no catálogo americano do Netflix!

2. The Holiday (O Amor Não Tira Férias)

Acho que já falei umas 980 milhões de vezes aqui no blog que essa é a minha comédia romântica preferida, né? Se não falei, falo de novo. E de novo. E de novo. Até todo mundo decorar e enjoar de me ler contando isso. Como coloquei o trailer, nem vou resumir a história pra vocês. Só digo que toda vez me emociono, principalmente com o monólogo da Amanda (Kate Winslet) no começo. Se você não assistiu ainda: alugue ou baixe, olhe na programação da TV a cabo, compre…APENAS ASSISTA.

3. A Very Merry Mix-Up

Esse foi o filme que eu descobri por um acaso! Todo ano a Hallmark (aquela empresa gringa de cartões) produz um filme natalino e, se eu não me engano, esse foi o do ano passado. A história é sobre uma mulher que viaja para a casa da família do seu noivo sozinha, devido a alguns imprevistos – e quando ela chega na cidade tudo continua dando errado: ela perde a mala, o celular estraga…até que ela conhece o seu futuro cunhado por acaso. Tudo começa a ir super bem, a família não poderia tê-la acolhido melhor. Só que quando seu noivo chega, ela descobre que estava na família errada. É fofo, clichê e previsível. Mas é super gracinha e tem um ótimo elenco. Vai até pra minha wishlist de DVDs. Não vou passar nenhum link dos paranauês ilegais aqui, mas dá pra encontrar o filme completo em HD no iutubiu!

E aí, já assistiram alguma dessas? Tem alguma que eu não mencionei que você curta muito? Cês sabem que eu adoro uma boa recomendação, então me contem ali nos comentários! Bisous et à bientôt.

Union J: uma boyband para amar

unionj Union J: uma boyband para amarEsses dias eu estava inocentemente vasculhando o Spotify quando me deparei com essa banda nas sugestões de artistas relacionados. Só pra constar, eu tava ouvindo The Vamps, mas isso não vem ao caso… Sim, migos, eu tenho um caso crônico de amor com músicas pop chiclete voltada ao público pré-adolescente.
Daí escutei uma música…duas…quando dei por mim já estava escutando o CD todo deles no repeat. Tô amando demais aqui, no regrets. E nada melhor do que partilhar o meu vício com vocês, né? Pelo menos assim eu não ficarei sozinha nessa! Então selecionei minhas cinco músicas preferidas pra você curtir enquanto eu conto um pouquinho sobre a banda, aperte o play e vem comigo:

Pra variar, essa belezinha de banda surgiu no X Factor UK – na nona temporada. Ela é composta pelos novinhos não tão novinhos assim magya: JJ Hamblett, George Shelley, Josh Cuthbert e Jaymi Hensley. Originalmente, a banda se apresentava como Triple J (composta apenas pelo trio Josh Cuthbert, Jaymi Hensley e JJ Hamblett) e por isso ainda levam o J no final do nome. Durante o X Factor George Shelley foi convidado a fazer parte do grupo e aí virou essa belezinha maravilhosa toda!
Cês acham que eles ganharam o programa? Ganharam nada, ficaram em quinto lugar – treze dias após o término do programa eles assinaram um contrato com a Sony Music. Nada mal, né? Eu também não me importaria de perder com um prêmio de consolação desses, rs.
Agora no comecinho de dezembro (dia 8) eles vão lançar um CD novo que leva o título do novo single deles “You Got It All”. E eu como sou muito maravilhosa, legal e gente boa…vou deixar o clipe aqui pra vocês assistirem e viciarem junto comigo.

E aí, o que vocês acharam? Alguém já conhecia? Qual música vocês gostaram mais? Me contem tudo ali embaixo que eu to louca pra trocar uma ideia com vocês a respeito deles! Bisous et à bientôt.

Resenha: Mockingjay, parte 1

mockingjay 2 Resenha: Mockingjay, parte 1

AVISO: vai ter spoiler bagaray.

Hoje vai ter outra resenha sim, senhor. Pelo menos dessa vez é filme, né? Bom migos, eu li essa trilogia faz um tempinho já. E eu não curti o final. Mas, como os filmes estavam caminhando muito bem…lá fui eu pro cinema ver a primeira parte da adaptação do último livro com a Cah. Compramos ingresso com antecedência, balde enorme de pipoca pra ganhar o pin do Mockinjay fazer o que, ele é lindo e entramos na sessão mais empolgadas do que uma horda de minions.

minions happy Resenha: Mockingjay, parte 1

Fomos flagradas pelo ego

E daí a tortura o filme começou. Blablabla, traumas. Mimimi, distrito 13. Embromation. Dramas. Sono. Tédio. Sério, um baita lenga-lenga até a Katniss aceitar ser o Mockingjay (no mínimo uma meia hora de filme). E aí você acha que melhora? MELHORA COISA NENHUMA, MERMÃO. Ela vai lá, visita o distrito 12 umas três mil vezes, se assusta com a galere morta, chora, salva o gatinho, pega uns paranauês em casa, enrola mais um pouco…e claro, vai lá trocar umas ideias com a Presidente Coin, só pra variar um pouco. Enquanto isso:

bored cat Resenha: Mockingjay, parte 1

Eu, a cah e 90% da galera na sessão

Pra piorar, começam aqueles anúncios do Peeta falando que era tudo zoeira, que eles não sabiam de nada, que não deveria rolar guerra coisa nenhuma…UM ATRÁS DO OUTRO. E a cada anúncio ele parecia cada vez mais um personagem do The Walking Dead. Só que já tava ficando chato. Muito chato. E NINGUÉM AGUENTAVA MAIS.

omg leo Resenha: Mockingjay, parte 1

INVADE A CAPITAL LOGO FIA, PORRA, SALVA O COITADO DO PEETA

A coisa começa a melhorar depois do ataque no distrito 8. AÍ SIM. Explode matagal, explode hidrelétrica, pausa pra Katniss cantar uma música chiclete, o Peeta finalmente sai do ~transe~ dele e avisa a Katniss de um possível ataque…E daí o caos se instaura. Correria dos infernos no distrito 13, a Prim some pra salvar o maldito gato e quase não volta a tempo (#prioridades), bombardeio…ALTAS EMOÇÕES, MIGOS. Aí na manhã seguinte a Katniss sai do subterrâneo e encontra um monte de rosas brancas no chão e fica toda paranoica achando que o Snow vai matar o Peeta, se rebela e diz que não vai filmar mais nada. E a galera do distrito apenas aceita caladinha. Mas a Coin é muito sagaz e bolou uma missão secreta de resgate, HUE. Daí a Katniss descobre quando vê que o Finnick maravilhoso está fazendo um discurso na TV. Tudo começa a dar certo, de boas…só que não. Cês acharam que ia ser fácil? ÓBEVEO QUE NÃO. O Snow tarra sabendo de tudo, tolinhos. Katniss resolve apelar pra um bate-papo cabeça com ele pra ver se rola uma distração…não rola. ROLA AQUELA TENSÃO DOS INFERNOS, ELES PERDEM CONTATO, DÁ TUDO ERRADO…mas eles voltam inteiros, ok e ela finalmente vai reencontrar o Peeta.

yes Resenha: Mockingjay, parte 1

FINALMENTE, CARAI

Tudo lindo, né? NÃO, JAMAIS. Peeta terminou sua digievolução para Zumbi lvl 100 e do nada fica possuído pelo ritmo ragatanga e pula na jugular da Katniss e quase a sufoca. SUMEMO, TODO ESSE STRESS PRA ELE QUASE MATAR A FIA. “Mas Pat, injetaram aquele veneno nele pra ele ter medo dela e tal”…OK, BUT NO. Mais umas duas cenas pra encher linguiça e DUAS HORAS DEPOIS SAPORRA ACABA. DO NADA.

Na moral, o próximo filme vai ser: morte, mais morte, ~infelizes~ para sempre.

Resumindo: muita enrolação, muito drama, muito mimimi, muito tempo de filme e pouca história pra dividirem em duas partes. ALÔ HOLLYWOOD, VAMO PARAR COM ESSA TENDÊNCIA DESNECESSAURA DE DIVIDIR FILMES EM DUAS PARTES, VLW FLWS.

É isso aí, migos. Minha pequena humilde opinião sobre o filme. Quem aí já assistiu? O que vocês acharam? Me contem, vamos trocar umas ideias. Bisous et à bientôt!

Resenha: Ruin and Rising, Leigh Bardugo

Ruin and Rising 1 Resenha: Ruin and Rising, Leigh BardugoEu detesto comprar livros com capas diferentes em uma mesma trilogia. E provavelmente sou uma das únicas que detesta livros em hardcover. Detesto mesmo. Não vejo o apelo na maior parte das vezes. As jackets sempre amassam/rasgam mesmo quando temos cuidado, as capas por baixo são super sem sal, eles são maiores e mais pesados e sempre são mais caros. Mas eu abri uma exceção e importei o volume final da trilogia Grisha porque queria MUITO essa edição exclusiva de colecionador da Barnes & Noble. Tudo por causa do prequel sobre o Darkling – mas já já eu falo disso.

Título: Ruin and Rising
Autora: Leigh Bardugo
Editora: Henry Holt and Co.
Ano: 2014
Páginas: 464
Nível de amor: ❤❤❤❤❤
Como eu contei no book haul, o livro demorou MUITO pra chegar. Cheguei até a reclamar com a B&N achando que o exemplar tinha extraviado. Mas depois de mais de 3 meses na espera…chegou. E olha, como valeu a pena a espera. A jacket da edição especial é linda e até a lombada do livro é bonita, cara. Olhem só:

 

Ruin and Rising 2 Resenha: Ruin and Rising, Leigh BardugoAviso: se você não leu os dois primeiros livros, provavelmente você irá se deparar com spoilers por aqui.

No desfecho da trilogia, o futuro da nação está nas mãos de Alina e de seus aliados já que o Darkling está no comando de Ravka. O livro começa com a Alina ainda no subterrâneo, fraca e sob a proteção inútil do Apparat. Aliás, ta aí um personagem irritante que não serve pra muita coisa nesse livro: o Apparat.
Quando ela finalmente se liberta do Apparat e seus seguidores, começa a busca pelo terceiro (e último) amplificador de Morozova. E aí, migos…apertem os cintos porque é só emoção nesse livro. Sério. Você vai passar por vários tipos de sentimentos durante a leitura desse livro. Raiva, compreensão, felicidade, amor, incredulidade, compaixão…SO MANY FEELS.
Lá pro meio do livro eu achei que a história ia tomar um rumo completamente diferente e adivinhem só? Obviamente tomei um olé bonito da autora! Risos. Então o que eu aprendi com essa leitura? Jamais subestime a autora. Na boa, esse é o primeiro desfecho de uma trilogia que me agradou em anos. Tô muito satisfeita, de verdade. Mal posso esperar para as informações sobre a adaptação do livro pro cinema começarem a cair na rede! Recomendo demais.
Nem preciso falar sobre a diagramação maravilhosa, né? Apesar da versão brasileira não deixar a desejar, tô considerando seriamente importar o resto das edições exclusivas da B&N. E falando em edição exclusiva não posso deixar de falar sobre a história ~bônus~ sobre o Darkling. Não, ele não é o meu personagem favorito – apesar de que assim como a Alina, eu tenho um certo apreço por ele. O conto nos ajuda a compreender melhor o passado do personagem, sua relação com a mãe, com o poder, com Ravka e com os Grishas. Se eu tivesse lido esse conto antes de ler o livro todo acho que eu teria ficado 1000x mais #chatiated quando o Darkling morre. Poxa, Leigh…coitado!
Pra finalizar aqui, queria só compartilhar uma frase que eu amei de paixão e até postei no twitter durante a leitura:
“In the end, maybe love just meant longing for something impossibly bright and forever out of reach.”
Não só a melhor quote desse livro, quiçá a melhor frase que eu li esse ano todo. Quem aí já terminou de ler a trilogia também? O que vocês acharam do final? E qual é o seu personagem preferido? O meu definitivamente é o Nikolai, o sarcasmo dele é sempre muito sensacional – como não amar?! Bisous et à bientôt.

Diálogos no busão

Photo 12 11 2014 19 24 04 e1415835714512 Diálogos no busãoHoje foi um dia atípico. Saí para resolver uns lances na rua e como não moro perto do metrô (ainda), peguei um busão milagrosamente vazio. No meio do caminho o busão resolveu lotar e nisso parou uma senhora na casa dos 60/70 anos e muito estilosa – com um cheiro de cigarro fortíssimo – na minha frente. Eu só queria respirar em paz mas, aparentemente, ela foi com a minha cara…e aí começou o papo.

Parte 1:

senhora x: ai, não consigo segurar nessa barra…é muito alta, né?
eu: aham, ainda mais pra nós que somos baixinhas.
senhora x: não somos baixinhas.
*silêncio*
senhora x: na próxima vida quero vir alta, loira e de olhos azuis…mas pensando bem, prefiro vir morena porque aí não corro o risco de vir burra. (risos)
*sorriso forçado na tentativa de morrer a conversa*

Mas obviamente a senhora não ia desistir de mim tão fácil né, migos? Meu jeitinho 100% amor e simpatia é assim mesmo.

Parte 2:

senhora x: adorei o seu óculos.
eu: obrigada. (hehe)
senhora x: você faz o que?
eu: pós em negócios internacionais.
senhora x: achei que você era da área de comunicação, você tem muito estilo.
eu: obrigada. (hehe)
senhora x: fique longe do pessoal de comunicação, eles são muito alternativos. (risos histéricos)
*mal sabe ela que grande parte dos meus amigos são da área*

Daí ela começou a me contar sobre o mercado da área de comunicação, sobre a pós do filho em finanças, sobre a amiga do filho que é formada em RI também e depois que entrou na pós foi morar em Londres e, por fim, fez um longo discurso sobre como a pós iria abrir muitas oportunidades pra mim e que eu nunca deveria esquecer de fazer networking. Trocamos nomes, sorrisos e finalmente descemos no metrô.

PS: essa vibe ~diálogo~ foi inspirada nos posts da para recriar com autenticidade o momento hu3 de hoje. Se vocês curtirem esse tipo de insight na minha humilde vidinha, eu penso em continuar com esse tipo de post quando tiver algo bacana pra contar. Bisous et à bientôt!

Book Haul #3 – Outubro

Book Haul 3 Outubro 1 Book Haul #3   OutubroEstamos quase no meio de novembro, eu sei. Tô muito atrasada: também sei. Mas antes tarde do que nunca, né? Tô tentando retomar o ritmo das postagens aqui no blog e agora eu acho que vai! O Book haul de outubro vai ser bem curtinho porque eu comprei só três livros, como vocês podem observar pela foto acima, e não recebi nenhum das editoras. Melhor que dá pra falar um pouquinho mais sobre cada um deles.

Book Haul 3 Outubro 3 Book Haul #3   OutubroQue Beyoncé, que nada. Se eu tivesse que escolher uma celebridade pra ser amiga, definitivamente seria a Mindy Kaling (ou a Jennifer Lawrence, haha). Esse ano minhas amigas me apresentaram para o seriado “The Mindy Project”, que é escrito e protagonizado pela Mindy e eu fiquei viciada – até fiz um post no blog que você pode ler clicando aqui. Em um belo dia em que eu estava propagando todo o meu amor pelo seriado no twitter um amigo me indicou o livro dela (1bj, Leo). E É SENSACIONAL. Ela é super gente como a gente, se amarra em comédias românticas, gordices, moda…como não amar? O meu exemplar eu comprei no book depository por 12 obaminhas.

Book Haul 3 Outubro 4 Book Haul #3   OutubroEu conheci esse livro no book haul da Lominha e fiquei muito curiosa pra ler! Aproveitei que o Amazon Brasil tava vendendo a cópia física e garanti o meu. To lendo bem devagar, fazendo anotações pra poder colocar algumas coisas em prática depois. Muito bacana, principalmente pra quem não entende muito de blogs e ainda tá meio perdido nesse universo – depois eu conto mais sobre ele quando eu acabar a leitura!

Book Haul 3 Outubro 2 Book Haul #3   OutubroEu não sou de comprar livro em hardcover. Odeio esse lance das jackets (elas estragam muito fácil), as capas por baixo são super sem graça e ainda por cima os livros são bem mais caros. Mas dessa vez eu abri uma exceção. “Ruin and Rising” é o último livro da trilogia Grisha e eu ~TIVE QUE~ comprar essa edição de colecionador especial da Barnes & Noble por causa do extra que vem no final, um prequel sobre o Darkling. E COMO ESSA PRAGA DEMOROU PRA CHEGAR, QUASE 3 MESES. Eu terminei de ler essa semana e ainda não sei o que dizer, nem o que sentir. SO MANY FEELS. Logo logo eu posto a resenha dele aqui no blog! E se alguém aí já terminou de ler a trilogia PFVR comenta comigo ali embaixo porque eu tô eufórica.

E aí, quais livros vocês compraram/leram no mês passado? Qual vocês curtiram mais? Me contem ali embaixo, façam recomendações…aqui cês podem ficar à vontade, huehuehue. Bisous et à bientôt!

Os serviços de streaming são os vilões da indústria musical?

taylor x spotify Os serviços de streaming são os vilões da indústria musical?Durante a semana, em meio a divulgação de seu novo álbum, Taylor Swift resolveu retirar toda a sua discografia do maior serviço de streaming de música do mundo, o Spotify. A cantora alegou que o serviço – que repassa cerca de 70% de sua arrecadação aos artistas e gravadoras – não paga o suficiente pela sua música. Honestamente, gostaria de saber o quanto é o suficiente para uma artista que possui uma fortuna estimada em 64 milhões de dólares de acordo com a Forbes.
Essa não é a primeira vez que Taylor demonstra sua visão extremamente conservadora sobre o mundo da música, em seu op-ed no The Wall Street Journal publicado em julho ela escreveu que “Música é arte, e arte é importante e rara. Coisas raras e importantes são valiosas. E coisas valiosas devem ser pagas”.

dindin Os serviços de streaming são os vilões da indústria musical?

MANDA MAIS DINHEIRO QUE TA POUCO E EU SOU VALIO$A

Sim, a música é uma forma de arte e deveria ser paga – como qualquer outra. Mas com toda a tecnologia disponível e a velocidade da informação, a música já não é uma coisa tão rara assim. E de forma alguma isso é ruim! Hoje em dia não há a necessidade de estar vinculado a uma gravadora para lançar um álbum e expor seu trabalho. Você não precisa de um CD físico nas prateleiras para atingir uma audiência. E é essa ampliação da concorrência, por meio das tecnologias, que resulta no declínio de vendas das formas tradicionais. Novamente, isso não é algo necessariamente ruim. Afinal, a música não deve ser um privilégio de uma minoria que conta com um contrato.
Ao meu ver, é completamente inviável estabelecer uma comparação entre as vendas de um artista hoje em dia (onde os CDs representam apenas 35% da receita) com as vendas de uma ou duas décadas atrás onde os CDs representavam cerca de 95%. Mas eu entendo de onde partiu a ideia de Taylor e sua gravadora, é uma simples estratégia de oferta e demanda: ao dificultar o acesso a sua música no meio digital – vale lembrar que os serviços de streaming representam uma fatia de 21% do mercado – eles esperam um aumento na demanda pelas cópias físicas.
Porém, vejo como um grande erro a comparação da pirataria com os serviços de streaming. Serviços de streaming não são gratuitos. Nem mesmo o Spotify, já que o mesmo exibe anúncios como uma forma de obter renda durante a transmissão dos usuários que não assinam seu serviço pago. O retorno financeiro é baixo? Provavelmente, já que cada execução de uma música gera um valor inferior a um centavo (Aloe Blacc em uma entrevista ao E! disse que fez apenas U$4000 com seu grande hit “Don’t Wake Me Up” no Pandora, um dos maiores serviços de streaming dos EUA). Só que o grande retorno que os artistas obtém desse tipo de serviço não é financeiro. É a possibilidade de disseminar seu trabalho para milhões de pessoas ao redor do mundo. Pessoas que futuramente poderão ir a shows, comprar álbuns e estabelecer um laço duradouro com o trabalho do artista. Vocês podem até achar meio idiota da minha parte: se a música não se espalha e as pessoas não se identificam com ela…a arte perde o seu propósito inicial.
Uma outra variável muito importante nesse assunto é: devemos pagar pelo trabalho de um artista mais de uma vez para adquiri-lo em outro formato? Ao adquirir uma cópia física de um disco, caso deseje escutá-lo em um iPod ou celular devemos comprá-lo novamente em um formato digital ao invés de escutá-lo através de um serviço de streaming? Num mundo ideal: talvez. Mas essa não é a realidade. Apenas uma minoria pode, de fato, se dar ao luxo de apoiar um artista assim. Será que o dinheiro o foco principal de artistas como Taylor Swift? Será que todo o ‘amor’ pelos fãs é limitado para aqueles que podem pagar?

dindin3 Os serviços de streaming são os vilões da indústria musical?

COMPROU CD FÍSICO? PROBLEMA TEU, COMPRA DIGITAL TAMBÉM.

Se eu fosse comentar cada detalhe que me incomodou no op-ed e na declaração conjunta com a Big Machine sobre o caso Spotify esse post ficaria maior ainda. Mas ainda existe sim muitos tópicos a serem pensados: quanto que as gravadoras realmente faturam? Existe uma estimativa que para cada U$1000 em vendas os artistas recebem menos de U$25. Bom, eu não trabalho na área e é realmente difícil debater esse assunto com propriedade. Então, para finalizar deixo uma pergunta no ar: não seriam as gravadoras as maiores vilãs da indústria musical? Me contem ali embaixo o que vocês acham a respeito dessa situação! Bisous et à bientôt.

Resenha: Amor em Jogo, Simone Elkeles

amoremjogo1 Resenha: Amor em Jogo, Simone ElkelesNome: Amor em Jogo (Wild Cards)
Autora: Simone Elkeles
Editora: Globo Livros
Páginas: 360

Sinopse: Ashtyn Parker já está acostumada a ser abandonada, e aprendeu a não se deixar envolver demais em nenhum relacionamento. Quando sua irmã mais velha volta para casa, depois de dez anos, com um enteado a tiracolo, ela não quer saber de nenhum dos dois. O que Ashtyn não esperava é que o tal garoto mal-encarado e sem nenhum limite seria também… Irresistível.
Depois de ser expulso do colégio interno em que estudava, Derek Fitzpatrick não teve outra escolha senão ir morar com a esposa de vinte e poucos anos de seu pai, que está viajando pela Marinha. Além de ter que aturar a madrasta, ele recebe a notícia de será obrigado a se mudar da Califórnia para sua cidade natal, Illinois. A vida não tinha mesmo como ficar pior…
Ashtyn se esconde atrás de uma fantasia da vida perfeita: boa aluna, a única menina – e capitã! – do time de futebol americano da escola e namorada do quarterback promissor. Tudo parecia um conto de fadas. Ainda assim, ela se sente deslocada, e tem um plano para deixar tudo pra trás e correr em busca da bolsa de estudos em alguma faculdade bem longe de sua vida atual.
Tudo o que Derek menos quer é participar de mais um drama familiar – já bastam os seus. Agora, ele se vê preso a uma casa estranha, com pessoas que não conhece e em uma cidade bem diferente do que está acostumado. O que ele não esperava era que aquela garota briguenta e fã de junk food seria capaz de mexer tanto com seus sentimentos. Ainda mais ele, tão acostumado a descartar meninas por aí.

Hoje vou contar para vocês finalmente a minha história de amor e ódio com esse livro. Tudo começou no meu primeiro dia de Bienal. Aquele mar de gente, caos, milhões de estandes, horas de fila pra tudo…depois de passar umas duas horas andando, eu e a minha amiga resolvemos procurar um lugar pra sentar e comer. E foi assim que eu descobri esse livro. Bem na nossa frente tinham duas meninas super simpáticas lendo esse livro e nós ficamos super curiosas pra saber onde elas tinham comprado e elas pacientemente explicaram como chegar no estande da Globo Livros. E lá fomos nós.
Chegando lá tinha uma BAITA divulgação desse livro. Com direito a um modelo MUITO GATO na entrada tirando ~selfies~ com as adolescentes fanzocas do livro ou apenas dele. De tanto que a minha amiga ficou falando desse livro na minha cabeça, eu levei. Levei mesmo, na confiança. Sem ler a sinopse.
Depois que eu cheguei em casa e de fato li a sinopse, eu fiquei muito interessada na história – já que envolve futebol americano (e eu me amarro, né). Foi um dos primeiros livros da minha pilha que eu resolvi ler. Meu problema não foi com a história em si e sim com a tradução ruim e o desleixo da revisão. Nem vou colocar meu ~nível de amor~ aqui porque vou acabar sendo muito injusta com a autora.

amoremjogo2 Resenha: Amor em Jogo, Simone ElkelesA trama é muito interessante e eu definitivamente compraria outro livro da autora – aliás, eu compraria até mesmo a continuação dessa série. Mas encontrei erros gramaticais em quase em todas as páginas, sem brincadeira. Minha vontade era de sair grifando tudo e montar um tumblr pra expor essa zoeira toda. Mas eu queria apenas terminar de ler a história de boa – ela é legal, pô, eu disse! Então eu fui relevando, relevando…até chegar nessa página aí. ASUNTO. Não sei se foi apenas um erro de digitação, mas cara…como alguém deixa isso passar batido? Na hora eu até tirei uma foto com o celular e postei no facebook, tanto que rolou o maior debate por lá. Um amigo meu que é professor pediu até permissão pra usar a imagem na aula dele. Risos.
Acho um tremendo descaso da editora, do responsável pela revisão e até mesmo do tradutor. Parece que executaram um trabalho corrido e malfeito sem ao menos se importar com o leitor. Isso porque eu não faço letras e não sou nenhuma grammar nazi. Porém esse aí definitivamente entrou na minha listinha negra juntamente com uma edição de um dos volumes de gossip girl que eu encontrei a palavra ‘escrivinhado’  no texto. Sou uma leitora chata e rancorosa nesse aspecto, rs.
E o pior, eu também comprei no estande deles a tradução de um dos livros que eu mais curti esse ano “This Song Will Save Your Life”, publicado aqui como “A Playlist da Minha Vida” e tô até com receio de ler – já que dei uma espiadinha e são quase as mesmas pessoas responsáveis pela tradução/revisão de “Amor em Jogo”.
Meu veredicto final é: foge que é cilada, bino a história é bacana, mas essa edição não vale a pena. Quer dizer, se você conseguir ignorar os erros do texto…vai fundo. Minha dica é: se puder, leia em inglês. Sério. Alguém aí conhece essa história? Leu em qual idioma? Contem suas impressões pra mim! Bisous et à bientôt.

PS: Sei que esse post acabou virando mais uma reclamação do que uma resenha do romance, mil perdões.
PPS: Caso você ainda queira saber mais sobre a história, recomendo essa resenha aqui.

3 músicas para animar sua semana!

Músicas para animar a semana 2 3 músicas para animar sua semana!OLAR! Quarta-feira é um dia tão sem graça, né? Não sei vocês, mas quando chega o meio da semana vai me batendo aquela preguiça…daí já viu, parece que as horas passam até mais devagar. PALMA, PALMA, NÃO PRIEMOS CÂNICO! Eu escolhi três músicas bem supimpas pra dar um up na sua nossa rotina – então peguem os fones de ouvido e continuem comigo que é sucesso:

1. Lips Are Movin – Meghan Trainor

Depois do hit “All About That Bass” seu novo single é “Lips Are Movin” que é uma delicinha de escutar também – e oh, recém saiu do forno, foi lançado essa semana!

2. Somebody To You – The Vamps feat. Demi Lovato

Motivos para escutar:

(x) Pop Chiclete
(x) 9nhos magya
(x) Demi Lovato

3. Immortals – Fall Out Boy

Eu descobri o Big Hero 6, o novo filme da Disney através do Ello (sim, a rede social) quando um dos caras que participou da criação da animação começou a me seguir – cá entre nós, eu também não entendi o porquê mas achei super daora – e eu resolvi pesquisar a respeito. Além da história ser super bacana (você pode clicar aqui e aqui para assistir o trailer) o filme tem uma música do FOB na trilha sonora: QUEM EU JÁ ESTOU ANSIOSA DEMAIS PRA ASSISTIR?

Quais músicas legais vocês tem escutado recentemente? Descobriram alguma banda legal? Eu aceito dicas! Bisous et à bientôt.